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8 Casos Clínicos da especialidade "Epikut"

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BEYOND FULL ARCH – REABILITAÇÕES MAXILAS ATRÓFICAS: IMPLANTES EPIKUT PLUS, EPIKUT LONG PLUS E EPIKUT S PTG PLUS

BEYOND FULL ARCH – REABILITAÇÕES MAXILAS ATRÓFICAS: IMPLANTES EPIKUT PLUS, EPIKUT LONG PLUS E EPIKUT S PTG PLUS

A técnica All On Four pode evitar procedimentos de aumento ósseo em pacientes que apresentam volumes ósseos reduzidos. O conceito All On Four tem como característica a instalação de quatro implantes estrategicamente posicionados, dois implantes posicionados axialmente ao rebordo alveolar e dois implantes inclinados distalmente (30-45°). No entanto, em alguns casos, ao planejar uma reabilitação completa do arco em pacientes com má qualidade óssea (tipo IV), pode ser aconselhável passar do protocolo All On Four para o protocolo All On Six ou All On Four Híbrida. Neste novo protocolo, pode também ser utilizado para colocação de implantes a maior parte posterior da maxila próxima à tuberosidade e atrás do seio maxilar. Essa área é chamada de região pterigoide ou pterigomaxilar. A colocação de implantes através da tuberosidade maxilar e na placa pterigoide é chamada de implante pterigoide ou pterigomaxilar. O procedimento cirúrgico incluiu o descolamento adequado do retalho mucoperiósteo, ampla visualização da maxila, e a instrumentação com fresas longas nas regiões distais, tangenciando o seio maxilar e buscando a ancoragem de 2 implantes longos de 3,8 x 18mm no pilar canino. Na região anterior, foi realizada a instrumentação para a instalação de implantes Epikut de 3,8 x 11,5mm. E na região pterigomaxilar 2 implantes 4.2x18mm. Imediatamente após a instalação dos implantes, foi realizada a confecção da prótese definitiva do tipo protocolo.

Ocorrência:

jun 20 2026

Autor: DR. MATHEUS TEIXEIRA

Implante unitário Epikut® em área estética de maxila, com cirugia guiada e regeneração óssea. Tratamento de complicação.

Implante unitário Epikut® em área estética de maxila, com cirugia guiada e regeneração óssea. Tratamento de complicação.

Paciente do sexo masculino, 38 anos, hígido e sem alterações sistêmicas relevantes, apresentou-se no nosso curso de especialização em implantodontia, com relato de queixa estética de um implante realizado a 12 anos, por outro profissional, na região do dente 11. Foi realizado exame clínico, anamnese detalhada e fotografias. No exame clínico, observo-se exposição da plataforma do implante por vestibular, escurecimento da mucosa alveolar e queratinizada por vestibular e diminuição da espessura antero-posterior da região. Para completar o diagnóstico, foi solicitado tomografia computadorizada da região e exames laboratoriais. No exame tomográfico, nota-se implante localizado na vestibular, sem tecido ósseo nessa região e também muito coronal em relação aos dentes vizinhos, abaixo da crista óssea. Diagnóstico inicial de reabsorção óssea vertical e horizontal na região do 11, com implante em posição tridimensional inadequada, ocasionando a exposição em boca da plataforma do implante HE instalado. Paciente foi orientado sobre as opções de tratamento e decidiu pela explantação (remoção do implante) e nova reabilitação com implante, utilizando ROG e cirurgia guiada. Foi realizado planejamento reverso digital com escaneamento e confecção de guia com sistema CAD/CAM. Antes do procedimento cirúrgico foi realizado a remoção da PSI cimentada do implante. No procedimento cirúrgico sob anestesia local realizamos uma incisão sulcular e descolamento muco periostal para exposição do tecido ósseo e implante, foi realizada a remoção do implante com broca trefina de 4.3mm de diâmetro interno, fresagem do osso residual palatino utilizando a boca lança 2.0mm e 2.7mm com subinstrumentação, sempre com auxílio do guia digital apoiado aos dentes, instalação de implante (ILCM 3511) Epikut CM Dia nas medidas de 3,5X11,5mm com torque final de instalação de 20N. Após a instalação do mesmo, realizamos a regeneração óssea guiada (ROG), com biomaterial xenógeno bovino (small), membrana de colágeno absorvível de 1mm e sutura com pontos simples e fio de nylon 5.0. Após o término da cirurgia foi instalada a mesma PSI antiga do paciente, agora como uma prótese adesiva apoiada nos dentes vizinhos com resina flow. Controles pós operatórios foram realizados e exames por imagem tomográfico solicitado. Após 5 meses foi realizada a reabertura e no mesmo momento instalado um PSI provisória parafusada direta sobre a plataforma do implante com componente (CPTMU 3502-H) tipo UCLA CM com 3,5mm de diâmetro por 2mm de altura em titânio com fresagem do dente em resina no sistema CAD/CAM, captura com resina flow utilizando técnica direta, com torque de 20N, sendo que na sequência o paciente iniciou uma sequência de atendimentos para clareamento dentário. Após 7 meses foi realizado o escaneamento dos arcos e escolha de cor (BL3) escala VITA. Foi realizada a impressão dos modelos em resina para técnica híbrida, realizada a prova componente digital (ICMUT 2004) tipo UCLA parafusada CM AR em titânio com 2mm altura para cimentação com zircônia fresada. Após essa prova o laboratório realizou a estratificação da porcelana com técnica convencional sobre a zircônia utilizando os modelos impressos em resina. Realizamos a prova em boca da PSI parafusada e instalação com torque de 20N, restauração do orifício com resina composta. Solicitado tomografia computadorizada e acompanhamento. Caso clínico encontra-se atualmente com 2 anos e meio de proservação.

Ocorrência:

jun 20 2026

Autor: Marcelo Munerato