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EXTRAÇÃO ATRAUMÁTICA E IMPLANTE IMEDIATO EM REGIÃO POSTERIOR DE MAXILA COM USO DE BARREIRA DE POLIPROPILENO – Implante Epikut

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Autor: POR DR. BRENNO MARCONDES NEGRI E DR. PABLO ENRICO MONTEIRO MARTINS

Descrição do Caso

Dr. Brenno Marcondes Negri – Ambassador S.I.N.; Mestrando em Implantodontia São Leopoldo Mandic – SP; Especialista
em Implantodontia UNIP – SP; Especialista em Odontologia em Saúde Pública e da Família Unyleya – SP;Graduação
FO-USP – SP;Especialista Nacional do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos – S.I.N.
Dr. Pablo Enrico Monteiro Martins – Ambassador S.I.N.; Especialista em Implantodontia e Prótese Dentária; Mestrando/
Doutorando em Implantodontia; Coordenador da Especialização em Implantodontia (IEO Bauru); Especialista Internacional
do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) – S.I.N. Membro da Equipe das turmas de Especializações
em Implantodontia – ABO – Presidente Prudente e FGPós – São José do Rio Preto/SP – S.I.N.Ambassador.

Antes do Tratamento

Paciente apresentou elemento 17 com extensa perda óssea de origem inflamatória, associada a achado tomográfico sugestivo de fratura radicular, comprometendo a previsibilidade da manutenção dentária. A condição clínica e radiográfica indicou a necessidade de intervenção cirúrgica com foco na preservação da arquitetura regional. Diante desse cenário, foi adotada uma abordagem cirúrgica que permitisse a remoção do elemento dentário e a reabilitação imediata da área, buscando controle biológico, estabilidade inicial e preservação do volume ósseo remanescente.

Sobre o Paciente

  • Gênero: feminino

  • Idade: 57

Queixa

Dor à mastigação na região posterior superior direita.

Amnese

Histórico de tratamento endodôntico prévio no elemento 17, com evolução para quadro doloroso à mastigação. Exames de imagem evidenciaram lesão osteolítica periapical associada a perda óssea e achado sugestivo de fratura radicular, indicando necessidade de intervenção cirúrgica.

Sobre o Caso

  • Data do caso junho 12, 2026

O planejamento cirúrgico foi direcionado ao tratamento do elemento 17, que apresentava dor à mastigação associada a extensa lesão óssea de origem inflamatória, com comprometimento do osso alveolar e achado tomográfico sugestivo de fratura radicular. Diante da inviabilidade de manutenção do dente, a conduta terapêutica teve como objetivo a remoção do foco infeccioso e a preservação máxima das estruturas anatômicas remanescentes. A abordagem cirúrgica incluiu extração atraumática seguida da instalação imediata de implante dental, associada ao uso de barreira de polipropileno, visando proteção do alvéolo, controle biológico da área operada e manutenção do volume ósseo. Essa estratégia permitiu adequado controle do posicionamento tridimensional do implante, favorecendo a previsibilidade da osseointegração e da futura reabilitação protética

O planejamento cirúrgico foi direcionado ao tratamento do elemento 17, que apresentava dor à mastigação associada a extensa lesão óssea de origem inflamatória, com comprometimento do osso alveolar e achado tomográfico sugestivo de fratura radicular. Diante da inviabilidade de manutenção do dente, a conduta terapêutica teve como objetivo a remoção do foco infeccioso e a preservação máxima das estruturas anatômicas remanescentes. A abordagem cirúrgica incluiu extração atraumática seguida da instalação imediata de implante dental, associada ao uso de barreira de polipropileno, visando proteção do alvéolo, controle biológico da área operada e manutenção do volume ósseo. Essa estratégia permitiu adequado controle do posicionamento tridimensional do implante, favorecendo a previsibilidade da osseointegração e da futura reabilitação protética

Extração atraumática do elemento 17 seguida da instalação imediata de implante osseointegrável, associada ao uso de barreira de polipropileno, com foco na preservação das estruturas ósseas, controle do processo regenerativo e previsibilidade da reabilitação funcional.

Antes do Tratamento

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As imagens tomográficas evidenciam extensa rarefação óssea periapical associada às raízes do elemento 17, com comprometimento do osso alveolar, abaulamento, adelgaçamento e descontinuidade do assoalho do seio maxilar, além de linha hipodensa sugestiva de fratura radicular, confirmando a indicação de exodontia e reabilitação implantar.

Antes do Tratamento

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Aspecto clínico do elemento 17 evidenciando comprometimento coronário e gengival, compatível com quadro inflamatório local, associado à queixa de dor à mastigação e perda de previsibilidade para manutenção do dente.

Radiografia/Tomografia

Passo a Passo do procedimento

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As imagens tomográficas evidenciam extensa rarefação óssea periapical associada às raízes do elemento 17, com comprometimento do osso alveolar, abaulamento, adelgaçamento e descontinuidade do assoalho do seio maxilar, além de linha hipodensa sugestiva de fratura radicular, confirmando a indicação de exodontia e reabilitação implantar.

Trans Operatório

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Realizada exodontia atraumática do elemento 17, seguida de curetagem criteriosa da lesão periapical, com evidência de perda óssea nos alvéolos vestibulares, confirmando o comprometimento do suporte ósseo e a necessidade de abordagem regenerativa associada. O preparo do leito implantário foi realizado sem utilização de fresas, empregando exclusivamente osteótomos de Summers, com o objetivo de preservar o osso remanescente e otimizar a estabilidade primária. O indicador de direção foi utilizado durante a sequência para verificação do posicionamento tridimensional adequado e correto eixo proteticamente orientado. Apesar da baixa densidade óssea local, o implante apresentou estabilidade primária satisfatória, com torque final de aproximadamente 32 N·cm. Em seguida, foi realizada a instalação de cicatrizador, com o objetivo de auxiliar na organização do arcabouço tecidual e permitir a adequada adaptação da barreira de polipropileno sobre a área operada

Implante utilizado

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Linhas utilizadas no tratamento

Foi selecionado o implante S.I.N. Epikut S Plus Ø3,8 × 11,5 mm, capturado e inserido no leito preparado, respeitando o posicionamento tridimensional previamente definido, com foco na obtenção de estabilidade primária adequada

Fase de provisionalização

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A barreira de polipropileno foi posicionada sobre o defeito ósseo, promovendo proteção do alvéolo e estabilização do coágulo, seguida 11 de sutura para contenção tecidual e manutenção do arcabouço necessário ao processo regenerativo.

Fase protética

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Fase final

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Aspecto radiográfico imediato evidenciando o implante bem posicionado, finalizado com cicatrizador, e com preservação do alvéolo remanescente, confirmando a adequada execução da técnica e a previsibilidade da abordagem cirúrgica adotada.

Resultado final

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