desktop (2)

BIBLIOTECA DE CASOS CLÍNICOS

 

Descubra como especialistas do mundo todo estão aplicando as soluções da S.I.N. para transformar desafios em sorrisos.

 

Compartilhe sua experiência clínica e amplie o alcance do seu conhecimento.

  • Home
  • /
  • Casos Clinicos
  • /
  • REABILITAÇÃO COM IMPLANTE UNITÁRIO EM REGIÃO POSTERIOR MANDIBULAR – Implante Epikut S

REABILITAÇÃO COM IMPLANTE UNITÁRIO EM REGIÃO POSTERIOR MANDIBULAR – Implante Epikut S

Captura-de-tela-2026-06-12-174754

Autor: DR. GIOVANNI IRAN BARRETO NASCIMENTO E DR. PABLO ENRICO MONTEIRO MARTINS

Descrição do Caso

Dr. Giovanni Iran Barreto Nascimento – Ambassador S.I.N.; Especialista em Implantodontia; Mestrando em Odontologia
Digital SL Mandic – Campinas; Coordenador DESC – Salvador; Coordenador Capacitação em Odontologia
DigitalLabSide e ChairSide IOA-Salvador
Dr. Pablo Enrico Monteiro Martins – Ambassador S.I.N.; Especialista em Implantodontia e Prótese DentáriaMestrando/
Doutorando em Implantodontia; Coordenador da Especialização em Implantodontia (IEO Bauru); Especialista
Internacional do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) – S.I.N. Membro da Equipe das turmas de
Especializações em Implantodontia – ABO – Presidente Prudente e FG; Pós – São José do Rio Preto/SP

Antes do Tratamento

Paciente do sexo feminino, 57 anos, com ausência do elemento dentário 46, com rebordo alveolar cicatrizado e condições ósseas favoráveis à reabilitação implanto-suportada. A avaliação clínica e radiográfica não evidenciou alterações locais, permitindo um planejamento seguro e previsível. Optou-se pela instalação de um implante unitário em região posterior mandibular, seguindo protocolo de carga tardia, com foco no posicionamento proteticamente adequado, com distribuição das forças oclusais e previsibilidade dos resultados funcionais a longo prazo.

Sobre o Paciente

  • Gênero: feminino

  • Idade: 55

Queixa

Ausência do elemento dentário 46, associada a prejuízo mastigatório localizado.

Amnese

Histórico de perda dentária posterior mandibular, com rebordo alveolar cicatrizado e ausência de sinais inflamatórios ou patológicos locais.

Sobre o Caso

  • Data do caso junho 12, 2026

O planejamento cirúrgico-protético foi direcionado à reabilitação de área edêntula posterior mandibular, correspondente ao elemento 46. A estratégia adotada priorizou a previsibilidade biológica, estabilidade primária adequada e correta distribuição das cargas mastigatórias. A instalação do implante unitário foi realizada em rebordo alveolar cicatrizado, seguindo protocolo de carga tardia, respeitando o período necessário para a osseointegração. Essa abordagem permitiu um controle preciso do posicionamento, favorecendo a futura reabilitação protética com foco em função, longevidade e manutenção da saúde peri-implantar.

O planejamento cirúrgico-protético foi direcionado à reabilitação de área edêntula posterior mandibular, correspondente ao elemento 46. A estratégia adotada priorizou a previsibilidade biológica, estabilidade primária adequada e correta distribuição das cargas mastigatórias. A instalação do implante unitário foi realizada em rebordo alveolar cicatrizado, seguindo protocolo de carga tardia, respeitando o período necessário para a osseointegração. Essa abordagem permitiu um controle preciso do posicionamento, favorecendo a futura reabilitação protética com foco em função, longevidade e manutenção da saúde peri-implantar.

Reabilitação com implante unitário em região posterior mandibular (46), seguindo protocolo de carga tardia, visando restabelecimento funcional e estabilidade a longo prazo.

Antes do Tratamento

captura-de-tela-2026-06-12-174927

A análise radiográfica evidenciou ausência do elemento dentário 46, com rebordo alveolar mandibular cicatrizado e altura óssea compatível com a instalação de implante unitário. Observou-se adequada relação com as estruturas anatômicas adjacentes, sem sinais de lesões periapicais ou alterações ósseas patológicas na região de interesse.

Antes do Tratamento

captura-de-tela-2026-06-12-174727-2

A avaliação clínica inicial evidenciou ausência do elemento dentário 46, com rebordo alveolar mandibular cicatrizado e tecidos moles com aspecto saudável. As estruturas adjacentes apresentavam-se preservadas, sem sinais de inflamação ativa ou comprometimento periodontal, configurando um ambiente favorável para a reabilitação implanto-suportada.

Radiografia/Tomografia

captura-de-tela-2026-06-12-175021

Após a realização da anestesia local, procedeu-se à incisão e ao descolamento do retalho mucoperiosteal, permitindo adequada exposição do rebordo alveolar mandibular e visualização direta do sítio cirúrgico. O acesso foi planejado de forma conservadora, visando preservação dos tecidos moles e melhor controle do campo operatório. Na sequência, realizou-se a definição do ponto ideal para início do preparo do leito ósseo, com base no planejamento proteticamente guiado. A fresagem inicial foi executada com fresa lança, assegurando correto posicionamento tridimensional e orientação adequada para as etapas subsequentes da osteotomia.

Passo a Passo do procedimento

captura-de-tela-2026-06-12-174927

A análise radiográfica evidenciou ausência do elemento dentário 46, com rebordo alveolar mandibular cicatrizado e altura óssea compatível com a instalação de implante unitário. Observou-se adequada relação com as estruturas anatômicas adjacentes, sem sinais de lesões periapicais ou alterações ósseas patológicas na região de interesse.

Trans Operatório

captura-de-tela-2026-06-12-175021-2
captura-de-tela-2026-06-12-175037
captura-de-tela-2026-06-12-175050

O preparo do leito ósseo foi realizado por meio de sequência escalonada de fresagem, respeitando o planejamento e as características ósseas locais. Cada etapa foi conduzida com controle rigoroso de profundidade, direção e paralelismo, assegurando previsibilidade cirúrgica. A imagem central evidencia o uso do indicador de direção, posicionado após a fresagem inicial, permitindo a conferência precisa do posicionamento tridimensional do implante em relação às estruturas adjacentes. Esse controle visual foi fundamental para manter o eixo protético adequado e orientar a progressão segura das fresagens subsequentes, garantindo alinhamento, estabilidade e correta distribuição das cargas funcionais. Após a conclusão da sequência de fresagem, realizou-se a seleção do diâmetro e do comprimento do implante, de acordo com o planejamento cirúrgico-protético e as dimensões do leito ósseo preparado. Essa etapa foi fundamental para assegurar compatibilidade entre o preparo realizado e o implante selecionado, contribuindo para estabilidade primária adequada. Após a inserção inicial com driver de contra-ângulo, o implante foi conduzido ao sítio cirúrgico previamente fresado, atingindo torque aproximado de 35 N.cm, o que permitiu controle adequado do alinhamento e da estabilidade inicial, sem que o implante atingisse sua posição final de profundidade. Na sequência, realizou-se a inserção do implante até o comprimento total planejado, com auxílio de torquímetro manual, momento em que foi obtido o torque final em torno de 60 N.cm, confirmando excelente estabilidade primária e compatibilidade com o protocolo de carga tardia adotado. O posicionamento final evidenciou o implante assentado aproximadamente 2 mm abaixo do nível ósseo, conforme o planejamento prévio, favorecendo adequada conformação do perfil de emergência e preservação dos tecidos peri-implantares na futura confecção da prótese. Após a confirmação da estabilidade primária elevada, optou-se pela instalação do cicatrizador, escolha justificada pela excelente ancoragem obtida durante a inserção do implante. Essa conduta permitiu adequada proteção do sítio cirúrgico e favoreceu a cicatrização dos tecidos moles peri-implantares. O fechamento do retalho foi realizado por meio de sutura com fio Blue Nylon 5-0, promovendo adequada coaptação dos tecidos, estabilidade do leito cirúrgico e condições favoráveis para o período pós-operatório.

Implante utilizado

captura-de-tela-2026-06-12-175044

Linhas utilizadas no tratamento

Epikut S

Fase de provisionalização

captura-de-tela-2026-06-12-175059

Fase protética

captura-de-tela-2026-06-12-175059-2

Fase final

captura-de-tela-2026-06-12-175200

O controle radiográfico imediato evidenciou o implante corretamente posicionado no leito ósseo, com adequado paralelismo em relação aos dentes adjacentes e assentamento compatível com o planejamento cirúrgico-protético. Observou-se íntimo contato entre o implante e o tecido ósseo circundante, sem indícios de interferências anatômicas ou alterações patológicas locais. O exame confirmou o correto posicionamento tridimensional e a estabilidade inicial do implante, validando a conduta adotada e proporcionando segurança para a fase de osseointegração antes da reabilitação protética definitiva.

Resultado final