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INSTALAÇÃO IMEDIATA DO IMPLANTE EPIKUT S EM REGIÃO DE CANINO INFERIOR COM COMPROMETIMENTO PERIODONTAL: RELATO DE CASO
Autor: DR. ROOSEVELT LEANDRO LOPES MACEDO E DR. PABLO ENRICO MONTEIRO MARTINS
Descrição do Caso
Dr. Roosevelt Leandro Lopes Macedo – Ambassador S.I.N.; Especialista e Mestre em Implantodontia; Especialista em
C.T.B.M.F. e Ortodontia; Coordenador e professor do curso de especialização em Implantodontia no Instituto IMAX
– Sinop MT; Professor convidado do curso de cirurgia avançada em Implantodontia no MARC INSTITUT – MIAMI FL
– USA; Professor convidado no curso internacional de Implantes Zigomaticos na FG POS – São José do Rio Preto SP.
Dr. Pablo Enrico Monteiro Martins – Ambassador S.I.N.; Especialista em Implantodontia e Prótese DentáriaMestrando/
Doutorando em Implantodontia; Coordenador da Especialização em Implantodontia (IEO Bauru); Especialista
Internacional do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) – S.I.N. Membro da Equipe das turmas de
Especializações em Implantodontia – ABO – Presidente Prudente e FG; Pós – São José do Rio Preto/SP
Antes do Tratamento
Paciente V. R. S. M., sexo feminino, 70 anos, foi encaminhada para avaliação de viabilidade cirúrgica da indicação de exodontia do elemento 33, previamente estabelecida por outro profissional, em decorrência de comprometimento periodontal na região do canino inferior. O exame tomográfico evidenciou alterações periodontais associadas ao elemento 33, corroborando a indicação inicial de exodontia. Diante desse cenário, foi proposto tratamento cirúrgico envolvendo a remoção do remanescente radicular e concomitante reabilitação com implante dentário, conforme planejamento individualizado do caso.
Sobre o Paciente
-
Gênero: feminino
-
Idade: 68
Queixa
Desconforto local associado ao elemento 33.
Amnese
Histórico de comprometimento periodontal envolvendo o canino inferior esquerdo. Boa condição de saúde sistêmica, sem comorbidades ou alergias medicamentosas/alimentares.
Sobre o Caso
-
Data do caso junho 12, 2026
O planejamento cirúrgico foi direcionado à exodontia do elemento 33 e à instalação imediata de um implante unitário, considerando o histórico de comprometimento periodontal e as condições anatômicas locais. A estratégia adotada priorizou a preservação dos tecidos remanescentes, a obtenção de estabilidade primária e o posicionamento proteticamente favorável do implante, visando uma reabilitação previsível da região anterior mandibular. A instalação do implante foi realizada com o auxílio do sistema Epikut S, explorando sua macrogeometria voltada à ancoragem em osso residual, especialmente indicada em situações de sítios pós-exodontia com comprometimento periodontal prévio. Essa abordagem permitiu a execução do tratamento em uma única etapa cirúrgica, com foco na previsibilidade protética, na redução do número de intervenções e na otimização do prognóstico funcional do caso.
O planejamento cirúrgico foi direcionado à exodontia do elemento 33 e à instalação imediata de um implante unitário, considerando o histórico de comprometimento periodontal e as condições anatômicas locais. A estratégia adotada priorizou a preservação dos tecidos remanescentes, a obtenção de estabilidade primária e o posicionamento proteticamente favorável do implante, visando uma reabilitação previsível da região anterior mandibular. A instalação do implante foi realizada com o auxílio do sistema Epikut S, explorando sua macrogeometria voltada à ancoragem em osso residual, especialmente indicada em situações de sítios pós-exodontia com comprometimento periodontal prévio. Essa abordagem permitiu a execução do tratamento em uma única etapa cirúrgica, com foco na previsibilidade protética, na redução do número de intervenções e na otimização do prognóstico funcional do caso.
Exodontia do elemento 33 e instalação imediata de implante Epikut S.
Antes do Tratamento
A avaliação radiográfica e tomográfica evidenciou comprometimento periodontal do elemento 33, com perda óssea vertical associada, aumento do espaço pericementário e redução do suporte ósseo ao redor do remanescente radicular. A análise tridimensional permitiu identificar osso residual apical, condição favorável ao planejamento de exodontia seguida de instalação imediata de implante, respeitando os limites anatômicos da região.
Antes do Tratamento
A avaliação clínica evidenciou fratura coronária do elemento 33, com comprometimento significativo do remanescente dental. A perda estrutural observada inviabilizava a manutenção do dente, reforçando a indicação de exodontia e direcionando o tratamento para reabilitação implantossuportada.
Radiografia/Tomografia
A exodontia do elemento 33 foi realizada por meio de técnica atraumática, com cuidadosa liberação do ligamento periodontal e remoção do remanescente radicular, preservando as tábuas ósseas adjacentes e os tecidos moles. A abordagem conservadora permitiu a manutenção da arquitetura óssea local, condição essencial para o planejamento concomitante da instalação imediata do implante.
Passo a Passo do procedimento
A avaliação radiográfica e tomográfica evidenciou comprometimento periodontal do elemento 33, com perda óssea vertical associada, aumento do espaço pericementário e redução do suporte ósseo ao redor do remanescente radicular. A análise tridimensional permitiu identificar osso residual apical, condição favorável ao planejamento de exodontia seguida de instalação imediata de implante, respeitando os limites anatômicos da região.
Trans Operatório
Inicialmente, foi realizada a aferição da profundidade do alvéolo, permitindo a avaliação precisa do comprimento disponível e auxiliando na definição do preparo do leito ósseo. Em seguida, iniciou-se a fresagem com fresa lança, acoplada ao novo extensor de fresa, recurso que possibilitou melhor refrigeração durante o preparo, favorecendo a preservação do tecido ósseo. Na sequência, utilizou-se o indicador de direção para conferência do posicionamento tridimensional, garantindo alinhamento adequado em relação às estruturas adjacentes e ao planejamento protético. O preparo do leito ósseo seguiu com sequência progressiva de fresas, respeitando o protocolo indicado para o implante Epikut S - MT 16°. Durante toda a fresagem, utilizou-se extensor de fresas, o que permitiu melhor acesso ao sítio cirúrgico e otimização da refrigeração, minimizando o risco de aquecimento ósseo. A condução sequencial e controlada do preparo favoreceu a preservação das estruturas adjacentes e a obtenção de um leito ósseo adequado para a etapa subsequente de instalação do implante. Após conferência da profundidade do leito cirúrgico, procedeu-se à instalação do implante 4,0 x 10,0 mm, respeitando o posicionamento tridimensional previamente definido. Ao final da inserção, foi obtido torque superior a 45 N.cm, evidenciando estabilidade primária adequada para a sequência do tratamento. Com o implante devidamente instalado, optou-se pela finalização com cicatrizador 4,5 × 4 mm, com o objetivo de preservar o perfil de emergência e o volume gengival da região. Em seguida, foi realizada a sutura dos tecidos moles, promovendo adequada adaptação tecidual e proteção do sítio cirúrgico no pós-operatório imediato
Fase de provisionalização
Fase protética
Fase final
A radiografia de controle evidenciou posicionamento adequado do implante, com correta relação com as estruturas anatômicas adjacentes. Observa-se adaptação satisfatória ao leito ósseo, confirmando a previsibilidade biomecânica do planejamento e a adequada condução do procedimento cirúrgico.
Resultado final























