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Explantação e implante imediato em região 21 com defeito ósseo e gengival associado – Implante Lite
Autor: Fabio Rodrigues de Azevedo
Descrição do Caso
Especialista em Implantodontia, Mestre em Periodontia, MBA Gestão Saúde FGV, Doutorando em Perio/ Cirurgia, Membro conselho científico S.I.N.
Antes do Tratamento
Paciente apresentou-se a clínica relatando mau hálito, e odor, incomodado com gengiva que havia retraído na região do 21, com exposição protética da conexão implante-coroa. Foi analisado se tratar de um implante de conexão hexagonal interna, instalado muito apicalmente a crista óssea e levemente vestibularizado, e devido o seu posicionamento inadequado e extensão do defeito ósseo e gengival, optou-se pelo tratamento.
Sobre o Paciente
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Gênero: masculino
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Idade: 43
Queixa
Queixa estética e biológica.
Amnese
Bom estado de saúde geral, sem alergias e nada digno de nota.
Sobre o Caso
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Data do caso abril 4, 2026
Paciente apresentou-se a clínica relatando mau hálito, e odor, incomodado com gengiva que havia retraído na região do 21, com exposição protética da conexão implante-coroa. Foi analisado se tratar de um implante de conexão hexagonal interna, instalado muito apicalmente a crista óssea e levemente vestibularizado, e devido o seu posicionamento inadequado e extensão do defeito ósseo e gengival, optou-se pelo tratamento.
Paciente apresentou-se a clínica relatando mau hálito, e odor, incomodado com gengiva que havia retraído na região do 21, com exposição protética da conexão implante-coroa. Foi analisado se tratar de um implante de conexão hexagonal interna, instalado muito apicalmente a crista óssea e levemente vestibularizado, e devido o seu posicionamento inadequado e extensão do defeito ósseo e gengival, optou-se pelo tratamento.
Implante Lite CM superior - LTCM 4018 no posterior e LTCM 3811 no anterior / no arco inferior LTCM 4018 no posterior e LTCM 3813 no anterior.
Antes do Tratamento
Corte tomográfico mostrando perda de volume ósseo vestibular, com ancoragem quase em espinha nasal, fossa nasal. Implante muito abaixo da crista óssea, com posicionamento de conexão implante coroa inadequado.
Antes do Tratamento
Presença de fístula vestibular em mucosa livre. Nota-se mudança de coloração acinzentada, e perda de volume tecidual.
Radiografia/Tomografia
Remoção da coroa, evidenciando o volume e defeito adquirido. Retalho realizado, e defeito ósseo, observado. Implante removido, devido a seu comprimento extenso a tábua óssea vestibular que estava fragilizada, não suportou o contra torque e a extensão do defeito aumentou, o que já era esperado. Fresagem para osso mole, sendo realizada, posicionando o implante mais palatinamente.
Passo a Passo do procedimento
Corte tomográfico mostrando perda de volume ósseo vestibular, com ancoragem quase em espinha nasal, fossa nasal. Implante muito abaixo da crista óssea, com posicionamento de conexão implante coroa inadequado.
Trans Operatório
Implante utilizado
Linhas utilizadas no tratamento
Implante Lite capturado pronto para instalação, LTCM 4018, obtivemos torque de 30Ncm, mesmo com apenas 6 mm de ancoragem o implante performou bem, com subfresagem de 1 fresa.
Fase de provisionalização
Regeneração óssea, com substituto bovino e autógeno proporção 50% / 50%, e PRF associado.
Fase protética
Fase final
Raio X executado, posicionamento 3D fiel, reproduzindo o planejado.
Resultado final
Instalada uma prótese adesiva, aspecto final imediato. Detalhe do trabalho finalizado.

























